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Frei Betto e o Socialismo Pós-Ateísta

Autor: Fábio Régio Bento

Prefácio: Fábio Nobre

ISBN: 978-85-53164-04-2

Páginas: 164

Ano: 2018

Gênero: Ciências Sociais

Descrição

Qual é a função da religião e da religiosidade para a revolução? O quão autêntico, autônomo e inevitável é o papel do ateísmo para o pensamento marxista? De que forma os soviéticos absorveram e, de certa forma, realizaram uma autofagia da relação entre a religião e a luta de classes? Quais pensamentos foram preteridos e obscurecidos nesse processo, e como o pensamento leigo, ateu, mas não ateísta, sobreviveu aos anos de glória do ateísmo soviético? A obra de Fábio Régio Bento tenta responder algumas dessas questões. - Fábio Nobre, Professor de Relações Internacionais na Universidade Estadual da Paraíba.

"O socialismo de Frei Betto, laico, popular, com o protagonismo da base também na projeção da utopia, que não coincide com a noção economicista do progresso sustentada pelo capitalismo, que não é ateu, mas idólatra. O que o positivismo afirmou em teoria (ateísmo científico), o capitalismo negou na prática, com a criação de uma religião ad hoc, dotada de espiritualidade do dinheiro e do consumo, carregada de mistérios financeiros impenetráveis, com a idolatria do capital, sacrifício e seu ambiente natural no altar apocalíptico da produção pela produção" - Fábio Régio Bento, autor, professor de Relações Internacionais na Universidade Federal do Pampa.

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